postado por emmanueldo kant,
professor, filósofo
- "Pula Moita Don Oleari,
Caso cabeludo, picante, que correu solto pela terras hispânicas de Jardim Colorado, Jardim Asteca, Jardim Guadalajara e Novo México, na narração do repórter fotográfico Treis Orelha.
- Joca, filho de Seu Tonho da mercearia, casado, viaja. A mulher fica sozinha em casa. Noite alta, céu risonho, sempre aparece um sem vergonha. A patroa sente que estavam a destelhar a casa. A indefesa mulher grita, alardeia aos quatro cantos:
- Socorro. Socorro! Valhei-me todos os santos dos céus e do purgatório
A vizinhança desperta e acorre à casa da jovem e solitária senhora e flagra um pobre e infeliz negro, já pronto para consumar seus instintos bestiais.
O dito cujo foi levado pelo delegado, na época, Gentil Flôres da Purificação para uma estrada deserta na Barra do Jucú, e escafedeu-se para sempre. Dizem que mataram e jogaram o desditado em uma loca de pedra!
Atualmente, Joca, está morando na Praia da Costa, e ninguém sabe ao certo o destino dado na epóca ao pobre infeliz, que nunca mais apareceu por essas bandas.
Saludos, Emmanueldo do Jardim Colorado e adjacências".
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