Muito calor, muita preguiça, um tanto de recesso, 34 graus á sombra, o mínimo de vontade de fazer alguma coisa, a não ser ouvir um dos mais belos discos de todos os tempos - "Gula Matari", do gênio Quincy Jones e um bando de super músicos. Um LP - vinil, como se diz agora - de 40 anos de rodagem. Belíssimo.
Ou reler um tiquim de Histórias Extraordinárias, do gênio Edgar Alan Poe, tradução e adaptação de outro gênio, Clarice Lispector.
Além, naturalmente, de experimentar uns vinhos brancos, uns sauvignon blanc a 8 graus.
Fora disso, nada mais.
Deixemos o ano começar. Depois do carnaval ou da Semana dita Santa?
Pergunta chata: não seria santa toda e qualquer semana?
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